Relato inédito após 45 anos revela encontro com UAP no Atlântico Norte e reação imediata da Royal Navy em 1980
Depois de mais de quatro décadas em silêncio, um ex-militar da Royal Navy falou publicamente pela primeira vez sobre um episódio ocorrido em 1980, durante uma missão no Atlântico Norte, a centenas de quilômetros ao norte da Escócia. O depoimento foi dado no UAP Files Podcast, em um episódio dedicado a documentos e testemunhos ligados […]
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Depois de mais de quatro décadas em silêncio, um ex-militar da Royal Navy falou publicamente pela primeira vez sobre um episódio ocorrido em 1980, durante uma missão no Atlântico Norte, a centenas de quilômetros ao norte da Escócia. O depoimento foi dado no UAP Files Podcast, em um episódio dedicado a documentos e testemunhos ligados a UAP, sigla para Fenômenos Anômalos Não Identificados, o termo oficial usado hoje para o que antes era chamado de OVNI.
O entrevistado, que usa o pseudônimo John Seer, tinha apenas 16 anos na época e cumpria tarefas simples a bordo de um navio de guerra. Naquela noite, ele foi chamado por um operador de radar para observar algo incomum: um bloco branco extremamente brilhante aparecia com nitidez na tela, indicando que o radar estava refletindo em um objeto sólido, não em interferência ou erro técnico.
Ao sair para a ponte do navio, o jovem marinheiro viu o que descreve como uma luz intensa, com formato semelhante a uma estrela, mas com um disco definido no centro. O objeto iluminava a superfície do mar e permanecia visível a olho nu, em um ângulo aproximado de 10 horas em relação à proa da embarcação. O mar estava excepcionalmente calmo, o que tornou a observação ainda mais clara.
A reação a bordo foi rápida. O comandante, ao chegar à ponte, pareceu reconhecer imediatamente a gravidade da situação e iniciou os procedimentos padrão. Primeiro, determinou contato com bases aéreas civis e militares para confirmar se havia aeronaves na área. Ambas responderam negativamente. Em seguida, o navio entrou em “action stations”, um protocolo de emergência que coloca toda a tripulação em posições de combate e segurança.
Pouco depois, dois caças foram enviados para interceptar o objeto. Segundo o relato, as aeronaves se aproximaram em alta velocidade, com pós-combustão ativa, enquanto o navio ajustava lentamente seu curso para manter o objeto à frente. Quando os jatos chegaram a poucas centenas de metros do alvo, algo inesperado aconteceu.
O objeto acelerou de forma abrupta e silenciosa, partindo em um ângulo estimado de 45 graus em relação ao horizonte. Não houve explosão sonora nem mudança gradual de velocidade. Ele simplesmente “foi embora”, deixando apenas um rastro de vapor que se dissipou rapidamente no céu. A aceleração foi descrita como instantânea, muito além do que aeronaves conhecidas conseguiam fazer na época.
Momentos depois, um dos pilotos transmitiu pelo rádio a frase que ficou marcada na memória do grupo: “Jesus Christ, it’s gone”. Ao retornar, os caças confirmaram oficialmente ao comandante que haviam observado um objeto voador não identificado, confirmação que provocou reações audíveis da tripulação, mesmo em meio ao protocolo militar.
O episódio chama atenção por reunir múltiplas camadas de observação: contato visual direto, detecção por radar naval e confirmação por pilotos de caça, todos operando dentro de procedimentos militares formais. Ainda assim, segundo o relato, não houve explicação posterior sobre a origem, tecnologia ou natureza do objeto.
No podcast, o foco do depoimento permanece nos fatos observáveis e na resposta operacional da Marinha, sem especulação sobre origem extraterrestre ou outras hipóteses. O que permanece sem explicação é justamente o ponto central: um objeto sólido, rastreado por radar, capaz de manobras e acelerações que desafiaram os limites conhecidos da tecnologia da época.
Fontes:
