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Leitura: 3 min Atualizado: 07/06/2026 08:36

Ross Coulthart reforça cobrança por lei que proteja denunciantes UAP antes de ato no Capitólio

Às vésperas da coletiva marcada para 9 de junho no Capitólio dos Estados Unidos, Ross Coulthart colocou a proteção a denunciantes no centro da pressão por transparência sobre UAPs. Em entrevista à NewsNation Prime no sábado, 6 de junho, o jornalista afirmou que David Grusch e membros do UAP Caucus devem cobrar do governo americano […]

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Notícia Ross Coulthart
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Às vésperas da coletiva marcada para 9 de junho no Capitólio dos Estados Unidos, Ross Coulthart colocou a proteção a denunciantes no centro da pressão por transparência sobre UAPs.

Em entrevista à NewsNation Prime no sábado, 6 de junho, o jornalista afirmou que David Grusch e membros do UAP Caucus devem cobrar do governo americano medidas concretas para proteger pessoas que dizem ter informações sobre fenômenos anômalos não identificados.

A coletiva está prevista para terça-feira, nas escadarias do Capitólio, com participação de parlamentares ligados ao tema e de Grusch, ex-oficial da Força Aérea dos EUA e ex-integrante da inteligência americana.

Segundo Coulthart, o ato deve funcionar como uma cobrança direta ao governo: não basta prometer transparência ou liberar pacotes de documentos. É preciso aprovar uma lei que dê segurança jurídica a quem queira falar.

Ele afirmou que há pessoas dispostas a se apresentar, mas que ainda não se sentem protegidas para fazer isso.

“Há pessoas querendo vir a público que não se sentem seguras para vir a público”, disse Coulthart à NewsNation.

O ponto reforça uma preocupação que já vinha aparecendo na cobertura do NUFO: sem proteção formal, possíveis testemunhas podem temer perda de credenciais, punições administrativas, processos por violação de sigilo ou retaliação profissional.

Coulthart também disse que Grusch está assumindo uma posição de liderança ao defender que o governo transforme promessas em legislação. Em vez de apenas divulgar arquivos selecionados, a cobrança agora mira uma estrutura legal capaz de receber informações sensíveis sem deixar denunciantes expostos.

A fala ocorre depois de novas liberações de documentos UAP pelo governo Trump. Para Coulthart, esses pacotes ainda não respondem à pergunta principal: se há informações mais relevantes sobre UAPs escondidas dentro da burocracia militar e de inteligência.

Grusch, que já declarou publicamente que os Estados Unidos recuperaram tecnologia de origem não humana e mantêm programas secretos de engenharia reversa, tem sustentado que denunciantes enfrentam pressão para permanecer em silêncio.

Agora, a coletiva de 9 de junho tende a ampliar essa pressão em público. O foco deixou de ser apenas “liberar arquivos” e passou a incluir uma demanda mais prática: criar proteção legal para que novas fontes possam falar sem medo.

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