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Leitura: 3 min Atualizado: 23/05/2026 11:26

Borland condiciona fala sobre suposta pirâmide, desenhos classificados e Project Rubik’s Cube a imunidade legal

Antes de o nome Project Rubik’s Cube aparecer publicamente, Dylan Borland já havia colocado seu caso no centro da pressão por proteção a denunciantes UAP. Ex-especialista geoespacial da Força Aérea dos EUA, Borland testemunhou ao Congresso e declarou ter levado informações ao ICIG e ao AARO sobre tecnologias e programas UAP que, segundo ele, não […]

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Antes de o nome Project Rubik’s Cube aparecer publicamente, Dylan Borland já havia colocado seu caso no centro da pressão por proteção a denunciantes UAP.

Ex-especialista geoespacial da Força Aérea dos EUA, Borland testemunhou ao Congresso e declarou ter levado informações ao ICIG e ao AARO sobre tecnologias e programas UAP que, segundo ele, não estariam sob supervisão adequada do Congresso. Em seu depoimento escrito, ele também relatou o encontro com uma aeronave triangular em Langley, em 2012, e afirmou ter sofrido represálias profissionais depois de procurar os canais oficiais.

É esse histórico que torna a nova fala mais sensível.

Durante a conversa pública no Oregon UFO Fest 2026, em McMinnville, Jeremy Corbell e George Knapp voltaram ao caso Borland e ao suposto trabalho do ODNI sobre programas UAP. Corbell afirmou que ouviu de uma pessoa ligada ao ODNI que Borland teria falado ao ICIG sobre um programa chamado Project Rubik’s Cube.

Borland não confirmou nem negou.

A tensão aumentou quando Corbell foi além do nome do suposto programa e perguntou se Borland teria desenhado, para autoridades, uma fonte de energia em forma de pirâmide ligada a inteligência não humana.

A resposta não foi uma negativa. Também não foi uma confirmação.

Borland disse que não estava em uma sala segura, que não iria para a prisão e que só responderia se recebesse proteção legal.

“Eu não posso confirmar nem negar isso agora. Eu responderei com prazer se o Poder Executivo e o Congresso nos derem anistia”, afirmou.

Corbell então perguntou sobre outro ponto ainda mais específico: se Borland teria desenhado um hieróglifo associado a essa suposta estrutura em forma de pirâmide. Mais uma vez, Borland evitou responder fora de proteção formal.

“Se eu for legalmente autorizado a responder, eu adoraria”, disse.

Na sequência, Corbell perguntou se, com anistia, Borland diria a verdade ao público americano, sob juramento, sobre a suposta pirâmide, a fonte de energia e o símbolo descrito como hieróglifo.

“Eu diria a verdade sobre tudo que você acabou de perguntar, sem hesitação”, respondeu Borland.

Esse é o ponto principal da notícia. A discussão saiu do campo apenas ufológico e entrou no campo jurídico. Borland não está dizendo simplesmente que há algo a revelar. Ele está dizendo que determinadas respostas dependem de imunidade concedida pelo Congresso e pelo Executivo.

Como o NUFO registrou na cobertura anterior, o Project Rubik’s Cube ainda não foi confirmado por documento público. O que existe, até agora, é a alegação de Corbell sobre uma informação atribuída ao ODNI, somada à recusa de Borland em confirmar ou negar fora de proteção legal.

A parte dos desenhos reforça esse impasse. Borland admitiu que desenhou o triângulo visto em Langley e disse ter feito outros dois desenhos classificados. Mas negou ter produzido um quarto desenho descrito como um sistema de sensores sensível.

Segundo Borland, esse suposto quarto desenho não existe. Ele afirmou que, quando foi acusado disso, pediu para entrar em uma sala segura e ver o material com os próprios olhos. Depois disso, segundo seu relato, o contato foi interrompido.

A consequência é clara: o caso não avançou com prova pública nova, mas avançou em pressão institucional. Se Congresso e Executivo querem respostas completas sobre o que Borland afirma saber, ele agora deixou a condição explícita: imunidade legal para falar.

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